segunda-feira, 18 de novembro de 2013

insônia = relembrar músicas ^^

Esta noite eu não consegui dormir, mas não foi por falta de sono...
Foi por causa dos excessos: de imagens, sons, sabores, sentimentos e sensações que foram surgindo, emergindo, submergindo dentro do meu subconsciente...
Resolvi, então ouvir música para tentar espalhar esses elementos para fora de mim... geralmente faço uma leitura, assisto televisão, mas nesta noite, em especial, pensei em ouvir músicas não para me vencer do meu próprio cansaço, mas, para que dessa vez eu me desse conta de que, às vezes, quando não se vence o inimigo, a alternativa que nos resta é nos unir a ele...

E assim começou:
"Tô aprendendo a viver sem você - Detonautas";
*Ah! Tô aprendendo a viver sem você, ah! tô aprendendo e não quero aprender...*

"Thank you for loving me - Jon Bon Jovi";
*Thank you for loving me, for being my eyes...*

"Chão que ela pisa - CPM22";
*Mais um dia ruim, andando só pelas ruas...*

"Someday - Nickelback"
*Nothing's wrong, just as long as you know that someday I will...*

Foi proposital: ouvindo essas músicas senti saudade de um passado que eu não vivi, de tudo aquilo que eu não quis, e senti falta de todo aquele passado que, enfim, eu não soube dar um fim...

Ps: madrugada do dia 17/11/2013
Quando o passado voltou rasgando e impedindo a noite de sono...



quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Viver é um Absurdo!

*Nada nos protege de uma vida sem sentido*

O despertador me acorda às 6h da manhã e de repente, quando eu olho o relógio fixado no meu braço, os ponteiros já marcam 6h, só que agora da tarde... O dia passou tão rápido que eu nem me dei conta da mudança dos raios solares, da direção do vento e das pessoas que estavam ao meu redor...

De repente o final do ano chegou e a semana nem terminou!

E eu aqui com meus livros, cds, canetas e pensamentos que vagam, que me levam ao passado, enquanto isso,  o presente passa despercebido aos meus olhos...
Parece que está tudo confuso por aqui... Me sinto uma estranha em meu próprio corpo. Uma estrangeira em meu próprio país. Este não é o meu lugar, não me reconheço neste espaço... E em min tudo está ao contrário, ao avesso, controverso (muito prazer, me chamam de otário)! O que outrora era otimismo e confiança, agora é desespero e abandono. E uma vontade absurda de mandar tudo para o espaço!

*Mas o quase tudo quase sempre é quase nada*

E ouvindo 'Muros e Grades' sinto Humberto Gessinger mais que cantando, sinto-o ao mesmo tempo conversando comigo e me encontro na letra da canção, na melodia, no timbre de voz e até nas entrelinhas...

Viver assim é mesmo um absurdo como outro qualquer: como acordar de manhã e só se dar conta disso no final da tarde... Como esperar por tudo isso e não se sentir completa... Como morar em outro estado e se sentir em outro país (quase outro planeta).

*Levamos uma vida que não nos leva a nada*


terça-feira, 15 de outubro de 2013

boas influências

É amor. É admiração. É carinho. É inspiração.


Parece amor de pai e de mãe, mas é diferente...
Semelhante a admiração que se tem aos ídolos da música, da literatura, da arte em geral. Só que não!
É quase igual ao carinho que temos aos nossos amigos. Às vezes é igual mesmo!
Como num filme, num livro, numa música: eles são fonte de inspiração!!!

Tudo o que consegui ser, fazer, viver foi direcionada pela sabedoria dos meus mestres...
E a eles serei eternamente grata por todo apoio, conselhos e direção!

Meus professores são os verdadeiros responsáveis por eu ser como sou: a começar pelos meus pais, que foram meus primeiros professores, depois os professores da escola, dos cursinhos pré-vestibular, da Emarc e finalmente, os da universidade. Todos eles foram decisivos para que eu me tornasse professora!

E um dia, eu quero ser a referência para meus alunos, exatamente como são até hoje, os meus professores. Esse sentimento, que eu não sei ao certo como definir, nem tampouco como explicar ou traduzir em palavras, eu espero sempre nutrir, conservar e sentir, de modo que os professores que fizeram parte da minha vida, sempre saibam o quanto foram importantes para meu amadurecimento intelectual  e para que eu pudesse ampliar minha formação profissional.

Aos mestres, muito obrigada, muita saudade e muito sucesso!!!

Minha fonte de amor, admiração, carinho e inspiração ;)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

fé nenhuma*


Como pode existir alguém tão contraditório no mundo quanto eu mesma?

"(...) Eu sou uma contradição e foge da minha mão fazer com que tudo o que eu digo faça alguma sentido (...)"

Eu que no último post defendi veementemente a minha fé na humanidade...

Fé em que?

???


Humanidade? É isso mesmo!
Essa mesma em que as pessoas são facilmente corrompidas...
É dessa humanidade que estou falando!
Dessa, na qual o rei soberano é o dinheiro...
Na qual o ser humano é não passa de um mero coadjuvante, isso se ele chegar a ser coadjuvante, porque na maioria das vezes é só um inexpressivo figurante, tão desnecessário quanto indesejável... Por quem se deve anular, aniquilar e passar por cima para que haja menos empecilhos pelo caminho =[

Já cantou Agagê nos anos 80/90:
"Não acredito no teu jeito revolucionário";
"Não acredito no futuro do Brasil"
"Não levo fé nenhuma em nada"

Hoje estou assim: cética no ser humano, e não venha me dizer que isso é passageiro porque todos os dias quando eu saio de casa, eu penso:
"Tomara que não me atropelem, que eu não seja assaltada, estuprada, violada, sequestrada, morta"...
E quando eu retorno pra casa, eu penso:
"Ufa! Mais um dia se passou, tomara que o acaso (a quem eu costumo chamar de Deus - ou Deusa) continue me protegendo, porque amanhã será outro dia de medo, de pavor, de tentar a sorte"...

Nesses momentos eu tenho convicção de que sou completamente misantropa!
E, decididamente, não levo fé nenhuma na humanidade...


Adoraria que hoje todos os seres humanos se transformassem em bichos!

Ps: o cachorro tem mais características humanas que muita gente por aí... e é por isso que eu adoraria ser transformada num deles, mesmo que eu ame os felinos!

Ps2: Só que não: a fé na humanidade é o motor que me mantém viva, se eu perder essa fé, não vale a pena viver!

 ^^






segunda-feira, 23 de setembro de 2013

fé na humanidade


Contra toda expectativa, contra qualquer previsão*

Eu sei que as notícias não são boas...
Sei que as chances estão contra nós e nós estamos por aí a fim de sobreviver*
Eu vejo nos jornais as coisas terríveis que estão acontecendo e as religiões me falam sobre as destruições do apocalipse...
Mas eu sinto que não!
E me desculpem os experts no assunto, vão me chamar de irracional, de romântica, de ingênua, de maluca! Mas, sim eu tenho fé na humanidade! Nada está perdido, há muita coisa por fazer!
Não venha me dizer que já está cansado, que não vai adiantar, que está prestes a desistir, que vai jogar tudo pro ar, vai chutar o pau da barraca, que vai se matar, que está desiludido e que sempre foi assim e assim sempre será... Não! Olha aí para o lado, olha para cima, olha para o teu passado e olha o teu agora, olha para tuas mãos, sinta o vento batendo no teu rosto, o sol ainda está brilhando e a primavera começou! Esquece os noticiários da televisão, eles pensam que sabem de tudo, mas eles só pensam no lucro e é mais fácil vender o que choca, o que aterroriza, o que entristece, eles querem amedrontar o mundo para vender mais. Mas, quem são eles, quem eles pensam que são?*
Segue firme, força na luta que ainda tem tanta coisa para fazer, já cantava Raul Seixas "Tenha fé em Deus tenha fé na vida" faz careta, desliga a TV, vai correr! E se nada disso resolver, não se preocupe, tem tanta gente precisando de você, de um sorriso teu, uma ajuda, um carinho, um abraço... Só por isso já vale a pena viver! Imagine só a imensidão de coisas que há para fazer!
Então, vamos procurar, melhor viver. Não perca a fé na humanidade, pois somos todos irmãos, de sangue ou não! Que importa? A humanidade só existe porque eu, você e todas as pessoas deste planeta vivem!
Que saibamos viver e jamais perder a fé!

Amar e mudar as coisas me interessa mais*

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

mudanças sempre existirão!*

Estive pensando em amanhã, em ontem de manhã, nos anos que se passaram, nas entrelinhas de minha memória...
Em meio a um texto e outro, um livro e outro, uma música e outra, me surgem imagens de outrora que se fundem com o agora...
No meio de todo este cotidiano, imbricado em minhas veias, encontro tantas lembranças perdidas nas esquinas do meu pensamento...
Mudar é preciso, viver não é preciso!
Eu mudo de cidade, de estado, de sabor, mudo a rotina ao meu redor, eu fico muda com toda esta dor!
Porque tudo muda!!!
Já me disse Agagê: "Não fui eu, nem foi você, nem foi a máquina de escrever que matou a poesia"
Mudanças... sempre existiram!
Sempre existirão!!!
E enquanto isso, vou vivendo aqui, ali, acolá, no mais tardar, do lado de cá, em direção para as bandas de lá... De repente já nem sei se isso é vida, afinal, viver nem é preciso! Mudar é preciso!!!
E o que eu mais precisava agora era voltar para os tempos de outrora, sentir aquela aurora, ver a tua auréola e não mais ir embora...
Mas tudo mudou e as mudanças é o que nos regem, é o que nos seguem é o que, enfim, nos apetece!

   



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O tempo passou..

O tempo passou, claro que passaria, como passam as vontades que voltam no outro dia* 

E passou tão depressa!

Estive analisando algumas coisas que eu produzi e eis que me deparo, depois de cinco anos, com o blog no qual eu escrevia semanalmente sobre o vestibular e seus desmembramentos, está tudo registrado lá:

http://vestibular.brasilescola.com/vestiblogando/


Passei horas relendo/relembrando os textos que eu escrevi durante todas as sagradas segundas-feiras a partir do 2º semestre do ano de 2008, justamente quando finalmente ingressei na universidade.
Hoje, revendo aqueles escritos, eu penso: "Como pode tanta coisa mudar em apenas 5 anos?"
Se eu fosse escrever os mesmos textos hoje, certamente eles teriam uma dose extra de reflexões mais subjetivas, mais introspectivas e, provavelmente, uma pitada açucarada de sarcasmos, afinal o vestibular é só uma mera etapa a ser cumprida, nem menos, nem mais importante que qualquer outro elemento de nossas vidas.


Não sei por que passei tanto tempo me dedicando obstinadamente para passar no vestibular de Direito (em especial). Qualquer curso que eu tivesse escolhido (Letras, Pedagogia, Medicina Veterinária, Psicologia, Biologia...) eu teria sido uma boa aluna e, consequentemente, uma boa profissional como fui - e me tornei - no curso de Educação Física.
No fundo, eu só queria mesmo era ingressar numa universidade pública e assim, ampliar meu capital intelectual.

 É, o tempo passou, afinal, tudo passa e se tudo passa, talvez você passe por aqui e me faça esquecer tudo que eu fiz/li/escrevi*

Não, não se engane, isso não é arrependimento...
É amadurecimento!
^^